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TUCUNARÉ-Experimento I foi uma iniciativa do Biólogo
e Pesquisador Ricardo Pugialli, que visava conciliar a pesquisa de
técnicas regionais para Piscicultura com a produção
de espécies de peixes tropicais para consumo.
Em 1985 ele fundou o Sítio Tucunaré-Experimento
I, onde passou a desenvolver e aplicar técnicas de policultivos
de espécies de peixes tropicais e consorciamento com suínos
e aves, utilizando sempre alimentação natural. A produção
em massa de Alevinos, Alevinões, Juvenis e Reprodutores de
peixes também foram a preocupação das pesquisas.
Trabalhos com Informática passaram a ser
mais uma ferramenta utilizada, a partir de 1990, e serviços
nessa área começaram a ser efetuados. Consultorias na
área de Monitoramento e Análise de Redes foram a tônica
a partir dos anos 90. Desde 1998dedica-se ao Suporte Remoto e Auxílio à Help Desks, bem como Ensino via Redes/Internet, distribuindo com exclusividade as ferramentas de software da linha NetOp.
Em 1991 uma nova linha de pesquisa foi iniciada,
agora na Área Musical, uma antiga paixão. Levantamentos
Cronológicos sobre as carreiras de ícones da música
começaram a ser produzidos e já resultaram em dois Livros,
lançados em 1992 e 1999 respectivamente. Novos livros nesta
área encontram-se em preparação.
Em 2001 tornou-se
colaborador da revista eletrônica musical SenhorF.
Em 2004 passou a colaborar
com o site Beatles
Brasil, sendo responsável pela coluna "Clube
da Caverna"
Em 2005 iniciou seus trabalhos na área de DVDs, Dirigiu e roteirizou o documentário "No Embalo da Jovem Guarda", extra dos DVDs "41 Anos de Rock Brasil - Jovem Guarda", lançados pela EMI e atualmente premiados com DVD de Platina. A direção-geral do DVD foi de J.C. Marinho.
Iniciou suas pesquisas
e produção com três espécies de Tilápias:
Tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus), Tilápia de
Zanzibar (Sarotherodon hornorum) e Tilápia Comum (Sarotherodon
rendalli). Com o cruzamento das duas primeiras obteve as tilápias
híbridas, em sua totalidade machos, próprias para
a criação comercial.
A última espécie, macro-herbívora,
era utilizada para controle de macrófitas aquáticas
e fornecimento de matéria viva para produção
de farinha de peixe.
Logo em seguida
introduziu as seguintes espécies: Tucunaré (Cichla
ocellaris), Carpa Comum (Cyprinus carpio var. comunis) e Carpa Espelho
(Cyprinus carpio var. specularis). Inicou o consorciamento com suínos
(Sus scrofa domesticus) tri-cross, obtidos pelo cruzamento de animais
das raças Landrace, Duroc e Large White, animais de ótimo
crescimento, rusticidade e baixo teor de gordura.
Pastagens foram colocadas à disposição
dos suínos para suplementação alimentar.
O próximo
passo foi a introdução do Tambaqui (Colossoma macropomum),
do Pacu (Piaractus mesopotamicus), Apaiari (Astronotus ocellatus)
e das chamadas Carpas Chinezas: Carpa Capim (Ctenopharyngodon idella),
Carpa Prateada (Aristhichtys nobilis) e Carpa Cabeça-Grande
(Hypophthalmichthys molitrix). Logo a reprodução induzida
passou a ser empregada, utilizando as mais modernas técnicas
de hipofização, garantindo a desova destas espécies
migradoras.
As Tilápias Vermelhas (híbridos
do cruzamento de Sarotherodon mossambicus e Sarotherodon hornorum),
foram a última espécie a ser introduzida. Estudos
com o Pirarucu (Arapaima gigas) foram iniciados mas encontram-se
suspensos.
As pesquisas com
policultivo tiveram início e o consorciamento foi incrementado
com a introdução de Marrecos (Anas sp). Todas as rações,
tanto para os peixes, como para os suínos e aves, eram produzidas
com produtos internos: Milho (Zea mays) e Mandioca (Manihot esculenta)
como fontes de energia, Algaroba (Prosopis juliflora) e Leucena
(Leucaena leucocephala) como fontes de proteína vegetal,
além de serem usadas como adubo verde e fixadoras de nitrogênio
no solo, e Farinha de Tilápias como fonte de proteína
animal.
A alimentação natural dos peixes
sempre foi o objetivo principal da TUCUNARÉ-Experimento I.
Para isso, avançadas técnicas de obtenção
de fito e zooplâncon foram introduzidas, via parceria com
o especialista húngaro Dr. Sandor Nagy, da Universidade de
Debrecen.
Durante todos
estes anos a TUCUNARÉ-Experimento I difunde estes conhecimentos
de piscicultura regional, usando recursos naturais para produção
comercial de peixes e subprodutos. Consultorias, Projetos, Palestras,
Cursos, Orientação de Alunos, Artigos em Revistas
e Livros são os veículos utilizados por Ricardo Pugialli
para difundir suas técnicas e resultados até hoje.

1988. Cavalos-marinhos:
conselhos práticos para uma criação bem-sucedida.
Aquarismo,
1 (3):30-32.
1988. Descapsulação de Cistos de
Artêmia Salina. Aquarismo, 1 (4): 17.
1988. Aperfeiçoando o fracionador de Espuma.
Aquarismo, 1 (5):30-31.
1989. O Mundo do Aquário Marinho. Aquarismo,
2 (6): 22-27.
1989. Maturação do filtro Biológico.
Aquarismo, 2 (8): 10-11.
1989. Criando Palhaços e Donzelas. Aquarismo,
2 (9):42-45.
1989. Doenças dos Peixes Tropicais Marinhos.
1a parte, Aquarismo, 2 (10):24-27.
1989. Invertebrados Marinhos I. Aquarismo, 2 (11
):4-5.
1990. Invertebrados Marinhos II. Aquarismo, 3
(12): 12-14.
1990. Doenças dos Peixes Tropicais Marinhos.
2a parte, Aquarismo, 3 (13)4-5.
1990. Controle biológico em Aquários
Marinhos. Aquarismo, 3 (15) 14-15.
1990. Oceanário comunitário
1a parte. Aquarismo, 3 (16):50-51.
1990. Oceanário comunitário
2a parte. Aquarismo, 3 (17): 14-16.
1991. Inimigos Invisíveis no Aquário.
Aquarismo, 4 (18):4-5.
1991. Visita ao costão rochoso. Aquarismo,
4 (19): 14-15.
1991. Cnidários em oceanários. Aquarismo,
4 (20):47-51.
1991. O falso limpador. Aquarismo, 4 (20):52-53.
1991. Crinóides em oceanário. Aquarismo,
4 (21 ):54-56.
1991. Criando Palhaços, e Donzelas
2a parte. Aquarismo, 4 (22):30-31.
1991. Oceanários Comunitários -
3a parte. Aquarismo, 4 (22):32-33.
1991. Corais Artificiais no Oceanário.
Aquarismo, 4 (23):22-23

Biologia:
1989. Oceanário
- O Mundo do Aquário Marinho. Ed. Interciência.
2000. Glossário Oceanográfico Ilustrado.
Âmbito Cultural Edições.
2001. Oceanário - O Mundo do Aquário
Marinho. 2a edição. Âmbito Cultural Edições.
2004. Manual de Criação de Tucunarés.
Edição do autor.
Música:
1992. Os Anos da Beatlemania. Ed. Jornal do Brasil
1999. No Embalo da Jovem Guarda. Ed. Ampersand
2006. Almanaque da Jovem Guarda. Ediouro.
2008. Beatlemania! Ediouro |